Fichas Técnicas

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Estamos na época de floração do Ipê-amarelo. Se repararmos nas ruas e praças das nossas cidades, podemos apreciar esta bela árvore com suas flores amarelo vivo.

O nome científico deste ipê-amarelo, que é o mais usado para paisagismo nas cidades pelo seu porte médio, é Tabebuia chrysotricha.

Ipê Amarelo - Tabebuia Chrysotricha IITambém é conhecido pelos nomes populares: ipê-amarelo-cascudo, ipê, ipê-do-morro, ipê-amarelo, aipé, ipê-tabaco, ipê-amarelo-paulista, pau-d´árco-amarelo.
Originalmente a ocorrência do ipê-amarelo é do Espírito Santo até Santa Catarina. Porém, como foi bem difundido, podemos encontrar o ipê-amarelo em todas as cidades brasileiras.

Além da sua beleza, o ipê-amarelo é muito usado para obras externas como postes, peças para pontes, tábuas para cercas, como também para obras internas como acabamento: tacos e tábuas para assoalho, rodapés, molduras entre outras tantas aplicações.

É uma boa opção como brinde ecológico o Kit Sementes de Árvores Brasileiras com as sementes do ipê-amarelo.  Incentivando a plantação desta árvore tão brasileira, fazendo o nosso jardim e nossa cidade ainda mais bonitos!

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Abaixo, disponibilizo algumas informações sobre a bela flor Amaryllis:

NOMES CIENTÍFICOS: existem entre 70 e 80 espécies de açucena (no Brasil são cerca de 40). Alguns exemplos: Hippeastrum glaucescens, de flores verdes e retículas avermelhadas, é uma das mais comuns no Brasil, vegetando da Bahia ao Rio Grande do Sul; Hippeastrum aulicum, com flores vermelho intenso, é uma epífita, que pode ser vista nas matas úmidas do Sudeste; e Hippeastrum stylosum, de flores salmão, aparece na região da caatinga.

NOMES POPULARES: cebola-brava, cebola berrante, flor-de-trovão e amarílis (este último é mais utilizado na Europa e também se refere a um grupo de plantas africanas).

CLASSIFICAÇÃO: pertencem à família das amarilidáceas. Hippeastrum é o gênero das espécies encontradas no Brasil, chamadas de açucenas. Na África, há espécies do gênero Amaryllis, que há séculos são conhecidas como amarílis (depois os Hippeastrum também ficaram conhecidos como amarílis pois se assemelham a estes). A diferença principal entre os dois gêneros é que no americano a haste é oca e no africano é cheia.

HABITAT: os mais variados possíveis, de regiões semi-áridas a florestas úmidas, passando por campos de altitude e brejos.

DISTRIBUIÇÃO: em toda a América do Sul e Central. No extremo sul do continente é bem rara. Os locais onde ocorrem mais espécies (não necessariamente mais exemplares) são da Bahia a São Paulo, no Brasil; e na região andina do Peru e da Bolívia.

CARACTERÍSTICAS: plantas perenes com bulbo (cebola), folhas retas e uma ou mais hastes onde aparecem geralmente de duas a quatro flores (esse número pode ir de 1 a 12). As flores são quase sempre vermelho-alaranjadas, variando para o branco, o esverdeado e o rosa.

VARIEDADES: todo ano surgem novos híbridos de açucena (já existem mais de 300). Há também aqueles tradicionais, que nunca saem de moda. Os principais são orange souvereign (laranja), red lion (vermelho) e apple blossum (rosa).

DESENVOLVIMENTO: há duas fases na vida das açucenas: imatura e madura. A primeira começa com a germinação das sementes, prosseguindo com o desenvolvimento do bulbo e o crescimento das folhas. A segunda caracteriza-se por períodos regulares de florescimento.

LIVRO CONSULTADO: The Amaryllis Manual (O Manual das Amarílis), de Hamilton P. Traub.

Consultores: André Boersen, produtor de amaryllis em Holambra, SP e Julie Dutilh, pesquisadora do Departamento de Botânica da Faculdade de Biologia da Unicamp, Campinas, SP.