Articles by Liliane Moraes

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sustainable-packaging-1-772522Há duas semanas discutia sobre o processo de desenvolvimento de embalagem para nossos Kits.

E comentava que a preocupação que tínhamos sobre os materiais utilizados, a sua origem e como seria do descarte de tudo isso no meio ambiente já era um fator que consideramos essencial. É como acordar todos os dias e escovar os dentes. Que bom!

Mas precisamos pensar além, eu insistia. Pensar também no processo de criação e não somente na produção.

E na busca sobre literaturas sobre o tema, encontrei esta boa referência do blog Embalagem Sustentável sobre o livro “Designing Sustainable Packaging”.

O último programa de 14 de setembro da PEGN – Pequenas Empresas Grandes Negócios, traz uma boa notícia sobre o mercado de brindes.
Além de um panorama geral sobre mercado, a estimativa de crescimento de 10% nos próximos anos e o segmento acompanha uma tendência mundial de maior preocupação com a preservação do meio ambiente e a sustentabilidade.

E os brindes ecológicos já representam uma fatia substancial dos negócios do setor, algo em torno de 30%!

Achei interessante o texto que encontrei no site “Pensando Verde” sobre ter plantas dentro de casa para ajudar a reduzir os poluentes do ar.

samambaia

Algumas plantas como palmeiras, margaridas, lírios, samambaias e orquídeas podem ajudar a remover os compostos orgânicos voláteis (COVs). Estes COVs são poluentes de ar originados dos pesticidas, aditivos de pintura, produtos em aerossol e produtos de limpezas, que podem causar danos à sua saúde.

Durante os anos de 1980, a NASA conduziu estudos com plantas que são cultivadas dentro de casa, na tentativa de achar uma maneira de purificar o ar dentro das estações espaciais. Os testes foram feitos em câmaras seladas que continham poluentes como formol, benzeno e tricloroetileno, presentes no ar das residências através de tintas, vernizes, madeira prensada, adesivos e outras fontes. E os resultados foram positivos.

Muitas dessas plantas são tropicais e eficientes em capturar luz e gases necessários para a fotossíntese. Devido a essas características, elas têm um grande potencial em capturar outros gases, incluindo os perigosos para a saúde.

Complemento que além dos benefícios citados na matéria, deixa o ambiente mais bonito, agradável e permitimos um tempo para nós mesmos ao dedicar diariamente alguns minutinhos de cuidado às plantas em casa!

9 de Setembro de 2009 by Liliane Moraes | 1 comment

Abaixo, disponibilizo algumas informações sobre a bela flor Amaryllis:

NOMES CIENTÍFICOS: existem entre 70 e 80 espécies de açucena (no Brasil são cerca de 40). Alguns exemplos: Hippeastrum glaucescens, de flores verdes e retículas avermelhadas, é uma das mais comuns no Brasil, vegetando da Bahia ao Rio Grande do Sul; Hippeastrum aulicum, com flores vermelho intenso, é uma epífita, que pode ser vista nas matas úmidas do Sudeste; e Hippeastrum stylosum, de flores salmão, aparece na região da caatinga.

NOMES POPULARES: cebola-brava, cebola berrante, flor-de-trovão e amarílis (este último é mais utilizado na Europa e também se refere a um grupo de plantas africanas).

CLASSIFICAÇÃO: pertencem à família das amarilidáceas. Hippeastrum é o gênero das espécies encontradas no Brasil, chamadas de açucenas. Na África, há espécies do gênero Amaryllis, que há séculos são conhecidas como amarílis (depois os Hippeastrum também ficaram conhecidos como amarílis pois se assemelham a estes). A diferença principal entre os dois gêneros é que no americano a haste é oca e no africano é cheia.

HABITAT: os mais variados possíveis, de regiões semi-áridas a florestas úmidas, passando por campos de altitude e brejos.

DISTRIBUIÇÃO: em toda a América do Sul e Central. No extremo sul do continente é bem rara. Os locais onde ocorrem mais espécies (não necessariamente mais exemplares) são da Bahia a São Paulo, no Brasil; e na região andina do Peru e da Bolívia.

CARACTERÍSTICAS: plantas perenes com bulbo (cebola), folhas retas e uma ou mais hastes onde aparecem geralmente de duas a quatro flores (esse número pode ir de 1 a 12). As flores são quase sempre vermelho-alaranjadas, variando para o branco, o esverdeado e o rosa.

VARIEDADES: todo ano surgem novos híbridos de açucena (já existem mais de 300). Há também aqueles tradicionais, que nunca saem de moda. Os principais são orange souvereign (laranja), red lion (vermelho) e apple blossum (rosa).

DESENVOLVIMENTO: há duas fases na vida das açucenas: imatura e madura. A primeira começa com a germinação das sementes, prosseguindo com o desenvolvimento do bulbo e o crescimento das folhas. A segunda caracteriza-se por períodos regulares de florescimento.

LIVRO CONSULTADO: The Amaryllis Manual (O Manual das Amarílis), de Hamilton P. Traub.

Consultores: André Boersen, produtor de amaryllis em Holambra, SP e Julie Dutilh, pesquisadora do Departamento de Botânica da Faculdade de Biologia da Unicamp, Campinas, SP.

Para desfrutar da beleza da Flor de Amaryllis por  mais tempo, deve-se regar a terra sempre que estiver seca, sem deixar acumular água no prato. O excesso de água é prejudicial ao bulbo.

Para que a sua Flor de Amaryllis cresça de uma forma mais bonita e com espaço para as flores desabrocharem, coloque o vaso em um local com bastante luminosidade, próximo à janela, por exemplo. A falta de luz pode fazer com que as folhas cresçam demais.

Cuide bem do seu jardim: o bulbo de amaryllis vem com um saquinho de terra adubada e um folheto explicando todo o processo de plantio. Mundo Verde – Shopping da Gávea, 1º piso.